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Os Primeiros 50 Anos da 20th Century Fox - NOVO LACRADO

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São poucos minutos, mas preciosos. Três, no máximo quatro. Imagens sucedem-se rapidamente, numa montagem vertiginosa que cria blocos temáticos reunindo cenas de velhos clássicos de Hollywood. Uma sucessão de olhares, de gestos, de baforadas de cigarros, de corridas, de beijos, unindo filmes completamente diferentes entre si, mas que ajudaram a esculpir a história da Fox. A raposa do século 20, fundada por William Fox, virou um dos grandes estúdios de Hollywood, uma das majors, como se diz. Nem sempre a memória do cinéfilo é lisonjeira com ela e o documentário Fox - Os Primeiros 50 Anos, que o Telecine Classic mostra amanhã não lembra, por exemplo, que o estúdio remontou criminosamente a obra-prima de Luchino Visconti, O Leopardo, colocando um produto espúrio nas telas de todo o mundo e não o clássico minuciosamente trabalhado pelo cuidado detalhista de um dos grandes do cinema. Mas o documentário é prodigioso. Só essa montagem do início já justifica a sintonia. Pode-se imaginar os batalhões de pesquisadores que cavaram essas imagens, estabeleceram o elo entre elas. E, sobre as imagens dos astros e estrelas da lenda, imprime-se a música - de Laura a O Suplício de uma Saudade, de David Raksin a Sammy Cain e Paul Francis Webster. Toda a história está lá, contada. Os filmes de prestígio que levaram a Fox a integrar a galeria do Oscar. Obras marcadas pela consciência social de John Ford, por exemplo. Marcadas pelo gosto pessoal e artístico desse tycoon que foi Darryl Zanuck. O filme reconstitui a era Zanuck, culminando na superprodução O Mais Longo dos Dias, em que ele reconstituiu à sua maneira, e melhor do que Steven Spielberg, o desembarque aliado nas praias da Normandia. Zanuck opôs-se o quanto pôde à consagração internacional de Marilyn Monroe, mas o público venceu e ela virou o maior mito sexy do cinema. Não falta a cena famosa do vestido esvoaçando no vento do metrô para revelar as calcinhas da deusa em O Pecado Mora ao Lado, o máximo da permissividade permitido a Billy Wilder diante do puritanismo reinante nos anos 50. Essa história adquire contornos de romance nos anos 60, quando o documentário reconstitui a luta interna pelo poder na Fox, entre as facções de Spiros Spoucas e Zanuck. Cleópatra, a superprodução de Joseph L. Mankiewicz com Elizabeth Taylor, o filme mais caro até então produzido, quase levou o estúdio à bancarrota. Salvou-o A Noviça Rebelde, o musical cult narrando as aventuras de Maria, a freirinha interpretada por Julie Andrews. As imagens estão todas lá, o fascínio também. Se você é cinéfilo, embarque nessa viagem no tempo. 

IDIOMA INGLES
LEGENDA : PORTUGUES
COLORIDO / P&B - 129 MINUTOS - 
Opinião dos consumidores
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